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sábado, 29 de outubro de 2011

Caso Michael Jackson: médico chora durante apresentação da defesa

Caso Michael Jackson: médico chora durante apresentação da defesa

 

O cardiologista Conrad Murray chorou no início do julgamento em que é acusado de homicídio culposo pela morte de Michael Jackson, quando seu advogado falou sobre a relação de amizade que ele mantinha com o cantor e como Jackson permitiu que Murray participasse de sua vida pessoal. O médico teria sido negligente ao dar o anestésico propofol ao cantor. Ele se declarou inocente. E segundo a defesa Jackson tomou o medicamento quando estava sozinho. Quando Conrad Murray voltou ao quarto, o cantor já estava morto e não havia nada que pudesse ser feito para reanima-lo.
"Ele morreu tão rapidamente, tão instantaneamente, que não teve tempo nem de fechar seus olhos", disse o advogado Ed Chernoff.  Ele alega ainda que o médico tentava livrar Michael Jackson da dependência do anestésico para dormir e vinha diminuindo as doses.

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